Nosso compromisso é fazer com que crianças e adolescentes se interessem pela literatura e cresçam em caráter, aliado ao conhecimento.

edimilsopimentel2017@gmail.com

TERMO DE DEPOIMENTO FAMILIAR COLETIVO
 
     No primeiro dia do mês de abril do ano de 2009, decorrido já um ano e meio desde que o pai biológico da Lívia (5 anos), EDIVALDO PIMENTEL (29/10/2007), tomou assento no barco de Caronte e foi aos Campos Elíseos apresentar-se diante dAquele que julga com Retidão e Equidade, a mãe biológica (Carol, 20 anos), doravante nominada “mãe”, não consegue, ou não quer, nem busca uma subida qualificativa, moral e/ou profissional em sua vida, o que, por certo, a continuar desse modo refletirá na educação da filha, motivo pelo qual é lavrado esse termo de depoimento coletivo em busca de mediação, donde todos os infra-leitores são unânimes e em uníssono afirmam o que adiante se lê: QUE EP era irmão gêmeo de Edimilso Pimentel; QUE este, ao longo da vida de seu irmão gêmeo, tentou sempre e incansavelmente ajudá-lo de todas as formas, quer financeira, quer moral, quer religiosa, quer moralmente - em vão; QUE tal assertiva o pode corroborar sua ex-mulher Circe, os filhos desta havidos com EP, (Rodrigo e Letícia, maiores de idade) além dos irmãos e irmãs do falecido; QUE, retornando aos anos 80, com a morte do tronco da família Pimentel, Benigno Aquino Pimentel, em 1984, EP era, por assim dizer, o pai suplente, o rei, o referencial de pai, de irmão e motivo agregador do clã; QUE não obstante EP ser benquisto por todos os irmãos - que a terra lhe seja leve - não gozava de uma conduta ilibada conforme os padrões éticos e morais de nossa cultura cristã-ocidental, mas levava uma vida sexual desregrada e não condizente com os preceitos éticos; QUE a mãe não provê assistência escolar adequada à criança e nem a deixa interagir com primas de sua mesma faixa etária; QUE pelo fato de Lívia ser filha de meu irmão gêmeo, na falta deste será, por conseguinte, minha filha; QUE a mãe, porém não vê desta forma;QUE não tem emprego fixo nem mesmo procura tal, não possui renda familiar alguma nem mesmo procura uma renda digna; QUE, apesar de o Mestre haver condenado a prática da prostituição e do pecado, não julgou intempestivamente as pessoas, mas concedeu-lhes sempre crédito à pressuposta recuperação do ser humano enquanto em vida; QUE o que aqui se leva a efeito não é um julgamento precipitado ou pré-concebido, mas uma constatação fático-empírica do que continua a ocorrer; QUE toda criança no lar é uma princesa, a infanta, porém não está sendo educada calcada em valores éticos e morais, pois vive em meio à mentira e dissimulações; QUE frise-se, a mãe é mentirosa contumaz, usa de perfídia e deslealdade no trato com as pessoas e nos negócios; nas negociações usa a filha como arma de intimidação e traquejo, cometendo uma violência e ferindo o Estatuto da Criança usando esta como moeda de troca a seu belprazer e capricho; QUE diz que a filha não tem roupas e calçados e/ou brinquedos, porém, tendo-os quem usufruiu são as tias, irmãs da mãe; QUE a mãe é desnaturada e opõe óbices os mais variados possíveis, dificultando ao máximo a convivência da filha com os tios, avó, primas, isso é uma violência; QUE só atende ao telefone celular e fixo quando lhe é conveniente (possui BINA 3347-4459 em nome de Altair, seu companheiro); QUE no tocante à pessoa de Altair, nada a declarar nem que o desabone, visto que é neófito na relação familiar; QUE se no futuro a Lívia vier a reclamar questionar ou inquirir sobre o porquê de de seu distanciamento em relação à sua árvore genealógica Pimentel, eis aqui lavradas as razões; QUE então, se porventura a Lívia algum dia vier a notar que é separada da família Pimentel, eis aqui já relatadas as razões; QUE se não ganha presentes é porque a mãe Carol a tem como propriedade e sempre a se pa rou de nóis; QUE  isso é a verdade, apesar de elaborado no dia primeiro de abril, e todos que o lêem são unânimes em corroborar e ratificar.
 

Versão para impressão