OS TRES LEÕEZINHOS
Era uma vez, numa determinada floresta, uma leoa-mãe havia dado à luz 3 leõezinhos bem bonitinhos: O Rax, o Rix e o Rex. Um dia o macaco, representante eleito dos animais súditos, malandro e puxa-saco, fez uma reunião com toda a bicharada da floresta e...
 
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Leitura – Fator de Formação e Informação.
 
   A leitura é o passatempo favorito dos judeus.

Como dizia o filósofo judeu-alemão, Ludwig Wittgenstein (1889 – 1951): “Os limites da minha linguagem denotam os horizontes do meu mundo”. Depreende-se disso que o modo como se escreve ou como se fala reflete o universo cultural do emissor. O bom leitor, munido de um bom repertório de referências históricas, culturais e bibliográficas, usa as palavras como um bisturi e com uma precisão cirúrgica tal que é capaz de desmoronar o argumento até do mais astuto interlocutor. Não será apenas mais um que regurgita o que ouviu pela televisão "rede bobo", ou alguém que parodia  outrem.  Se a pessoa usa uma linguagem chula e monossilábica, que está mais para rugidos e grunhidos do que para algo inteligível, com certeza ainda é um animal irracional. "é isso aí, bicho". Porém, quem lê, estuda e pesquisa com afinco, adquire mecanismos verbais e ferramentas magníficas para concatenar e organizar melhor as ideias, sempre tem algo a dizer e um ponto de vista a defender com propriedade e conhecimento de causa.
Os olhos daquele que lê com voracidade, com sede de conhecimento e saber, deslizam sobre as páginas de um livro como uma lupa a perscrutar e esquadrinhar o que vai no íntimo do autor (mas frise-se, bons autores), até as entranhas do seu pensamento.
Fábulas infantiles
A leitura edifica o homem completamente, a boa conversação torna-o ágil e o escrever dá-lhe precisão. Não se pode comparar um jovem que passa horas diante da telinha de um computador, plugado ao “orkut” , "facebook", ou colado ao telefone celular, com um jovem “rato de biblioteca”, pois aquele desvaloriza e empobrece a comunicação tanto escrita quanto oral, ao passo que este, estudando e lendo, está adquirindo mecanismos e ferramentas de primeira grandeza.  Aquele, por seu turno, usa ferramentas de comunicação obsoletas, enquanto que este, perscruta o íntimo dos melhores autores para, mais tarde, usar a palavra, como escritor ou orador, sua ferramenta de trabalho, com uma precisão cirúrgica - instrumento de comunicação e persuasão
      Ter biblioteca, livros e estantes em casa, apenas à guisa de adorno, não é o caso; também não vem ao caso obrigar o aluno a ler, senão pelo prazer, pois é fácil levar o jumento até o açude - difícil é convencê-lo a beber água. O aluno é levado até a escola... Mas aprender....
 Diz o ditado que ostra feliz não faz pérolas. Devemos dar sofrimento e não comodismo a nossos filhos. Os mais fortes nem sempre são os mais capazes na natureza (por que pois esse fisiculturismo todo ???, ficar bombado de forma plástica com hormônios...), como a extinção dos dinossauros bem o demonstra – mas sim os mais inteligentes e não aos acomodados. Já dizia Confúcio:
  
Diga-me como é, e esquecerei;
Mostre-me, e me lembrarei;
Deixe-me fazer, e então aprenderei.
              
Sage es mir, und ich vergesse es;
Zeige es mir, und ich errinere mich;
Lass es mich tun, und ich behalte es.
                                        Konfuzius (551 – 479 v. Chr.)
 
O Texto Escrito
       A luta que os alunos enfrentam com relação à produção de textos escritos é muito especial. Em geral, eles não apresentam dificuldades em se expressar por meio da fala coloquial. Os problemas começam a surgir quando este aluno tem necessidade de se expressar formalmente, e se agravam no momento de  pegar uma caneta e produzir um texto escrito. Nesta última situação ele deve ter claro que há diferenças marcantes entre falar e escrever. Muitos estudantes querem aprender uma língua estrangeira, mas poucos o conseguirão, pois até mesm redigir na língua materna já é uma carga; e não se aprende uma língua estrangeira por osmose; nossos alunos não têm o hábito de ler por prazer, mas sim por obrigação e imposição.  Para realmente se compreender um texto há que se ter o prazer de ler de tudo que lhe venha aos olhos,  e então para se compreender um texto qualquer será mais fácil.
          Na linguagem oral o falante tem claro com quem fala e em que contexto. O conhecimento da situação facilita a produção oral. Nela o interlocutor, presente fisicamente, é ativo, tendo possibilidade de intervir, de pedir esclarecimentos, ou até de mudar o curso da conversação. O falante pode ainda recorrer a recursos que não são propriamente lingüísticos, como gestos, mímicas ou expressões faciais. Na linguagem escrita a falta desses elementos extratextuais precisa ser suprimida pelo texto, que se deve organizar de forma a garantir a sua inteligibilidade.
           Escrever não é apenas traduzir a fala em sinais gráficos. O fato de um texto escrito não ser satisfatório não significa que seu produtor tenha dificuldades quanto ao manejo da linguagem cotidiana e sim que ele não domina os recursos específicos da modalidade escrita.
        A escrita tem normas próprias, tais como regras de ortografia - que, evidentemente, não é marcada na fala - de pontuação, de concordância, de uso de tempos verbais. Entretanto, a simples utilização de tais regras e de outros recursos da norma culta não garante o sucesso de um texto escrito. Não basta, também, saber que escrever é diferente de falar. É necessário preocupar-se com a constituição de um discurso, entendido aqui como um ato de linguagem que representa uma interação entre o produtor do texto e seu receptor; além disso, é preciso ter em mente a figura do interlocutor e a finalidade para a qual o texto foi produzido.
        Para que esse discurso seja bem-sucedido deve constituir um todo significativo e não fragmentos isolados justapostos. No interior de um texto devem existir elementos que estabeleçam uma ligação entre as partes, isto é, elos significativos que confiram coesão ao discurso. Considera-se coeso o texto em que as partes referem-se mutuamente, só fazendo sentido quando consideradas em relação umas com as outras.
Nonada, como diria Guimarães Rosa. Gírias, neologismos, estrangeirismos, todos esses modismos vão e vêm na língua portuguesa, como um organismo vivo que, ao contrário das línguas mortas, estão sempre a se modificar. Não há, na análise do discurso, uma comunicação plena e cabal livre de mal-entendidos, equívocos e interpretações errôneas, visto que entre os seres humanos, para que haja uma comunicação razoável, há que se levar em conta os ruídos de comunicação que fatalmente ocorrerão, tais como o âmbito geográfico, o registro lingüístico usado pelo emissor/receptor, o emprego do tom, da melodia e, na escrita, dos sinais diacríticos. Combater ou não tais aberrações é um desafio, assim como as drogas são um problema sem uma “solucionática”, que pode vir a tornar-se um cancro gramatical e lingüístico. Normatizar e promover ou não o uso de modismos e estrangeirismos não é tarefa das mais fáceis. Os jornalistas não têm cacife para tal, pois diariamente cometem muitas impropriedades, os gramáticos tampouco, pois provado está que não é pela gramática normativa que se aprende a falar e escrever e, finalmente, os lingüistas apenas vêem a caravana passar. Mas quem realmente irá normatizar e moldar-lhe o uso será o povo e o tempo, assim como o foi a língua latina no tempo dos césares.
 

 

 
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Nome:   Talula
Comentário:  [a] teexto perfeito ! parabéns p vcs, saibam que estão super hiper ultra mega de parabéns !
   
Nome:   Maria
Comentário:  amei o texto, é muito profundo e a música foi perfeita vindo de encontro com o meu genêro preferido, fique sabendo que gosto de ler com música.



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