OS TRES LEÕEZINHOS
Era uma vez, numa determinada floresta, uma leoa-mãe havia dado à luz 3 leõezinhos bem bonitinhos: O Rax, o Rix e o Rex. Um dia o macaco, representante eleito dos animais súditos, malandro e puxa-saco, fez uma reunião com toda a bicharada da floresta e...
 
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Filho de ESTRESSADO... ...Estressadinho é ?? E isso não é mero jogo de palavras. O comportamento típico de quem está sempre com os nervos à flor da pele pode ser determinado pelos genes. Nada a fazer, então? Bem, uma boa saída é ter consciência disso e não esquentar a cabeça O cabelo é da mãe e os olhos, sem a menor dúvida, são do avô. Mas esse jeito meio irritadiço e ansioso com certeza ele puxou do pai. Pois é, no caldeirão de genes que se derrama, por assim dizer, da família para os descendentes, alguns ingredientes vão além das características físicas do rebento. A mistura genética determina a predisposição para desenvolver vários problemas desagradáveis — da miopia ao colesterol alto — e até, veja só, aspectos comportamentais, como aqueles esboçados por quem parece viver estressado por qualquer bobagem. Mas que fique claro: “Não estamos falando aqui daquela sensação de alerta que nos prepara para reagir de pronto diante de situações de tensão ou risco — uma resposta natural do organismo”, explica o psiquiatra Leonardo Gama Filho, chefe do Serviço de Saúde Mental do Hospital Municipal Lourenço Jorge, no Rio de Janeiro. A história aqui é de quem fica constantemente desgastado com fatos insignificantes ou se preocupa além do normal no dia-a-dia. Pode ser mesmo uma herança maldita. TENSÃO NO GALINHEIRO Há quem diga que o excesso de estresse no cotidiano pode até mesmo alterar o DNA.

        A conclusão, bastante controversa, vem da Universidade de Linköping, na Suécia, onde um grupo de cientistas fez experiências com galinhas. No local em que algumas delas estavam abrigadas a luz se acendia e se apagava a torto e a direito. Quando havia claridade todas se afobavam atrás de comida, temendo um repentino apagão. Já o restante das aves não foi submetido a tamanha estafa. No galinheiro em que estavam a claridade era constante por 12 horas ininterruptas e a outra metade do dia era só escuridão. O experimento durou exatos 225 dias. O suficiente para os pesquisadores observarem que o grupo das galináceas sob estresse desenvolvera certa dificuldade espacial e de aprendizado — elas andavam de um lado para outro totalmente desorientadas. O problema não afetou as moradoras do outro galinheiro. Mais tarde os filhotes de ambos os grupos foram criados separados das mães. Aí, então, os estudiosos verificaram que, mesmo vivendo em condições normais e separados das genitoras, os descendentes dos animais estressados tinham as mesmas dificuldades maternas de orientação e aprendizado. Mais: 31 genes da turma dos desorientados haviam sido modificados. Ou seja, os pintinhos literalmente herdaram nervos à flor da pele. “O resultado demonstra que mudanças de conduta interferem no padrão genético do indivíduo e, conseqüentemente, podem ser transmitidas de uma geração para outra”, afirma o biólogo Per Jensen, um dos autores do estudo. O FEITIÇO CONTRA O FEITICEIRO Por mais contraditório que pareça, pesquisadores da Universidade de Bielefeld, na Alemanha, estão usando o cortisol — hormônio liberado aos montes no organismo nas horas de tensão — para aplacar os efeitos do estresse. Os cientistas aplicaram a alta dose de 30 mg da substância em 22 mulheres jovens e um placebo em outras 22. Ambos os grupos foram submetidos a uma situação estressante: participar de uma falsa entrevista de emprego. Observadas por psicólogos e filmadas o tempo inteiro, as mocinhas tiveram de responder a questionários — antes e depois dessa prova — sobre seu estado de espírito no momento. O resultado: aquelas que receberam o hormônio na veia saíram-se melhor e não demonstraram a mesma irritabilidade que as outras. Como isso é possível? É o que os cientistas também querem saber. Mesmo que despertem a atenção, os dados obtidos pelos pesquisadores suecos são insuficientes para se afirmar que o estresse altera tão rapidamente a composição genética. “Isso leva até milhões de anos”, pondera o psiquiatra Quirino Cordeiro, coordenador do Programa de Genética e Farmacogenética do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo. Na opinião do especialista, o que aconteceu com as galinhas foi uma espécie de seleção. “Entre elas provavelmente havia um grupo mais vulnerável a situações de tensão e seus descendentes tornaram-se ainda mais suscetíveis ao estresse”, argumenta. Controvérsias à parte, o que acontece entre alguns seres humanos predispostos a enervar-se é algo semelhante ao realizado na experiência. A suscetibilidade expressa no DNA pode só dar as caras quando o estressadinho é surpreendido por um acontecimento ruim, como um assalto — e não ficar oscilando entre o claro e o escuro, como ocorreu com as galinhas. “É o caso do transtorno de estresse pós-traumático, em que, depois de passar por uma situação ameaçadora, o indivíduo pode, por exemplo, sonhar sempre com o acontecido e desenvolver algumas obsessões”, explica o psicólogo José Roberto Leite, coordenador da Unidade de Medicina Integrativa e Comportamental da Universidade Federal de São Paulo. Esse trauma pode ser sufocante a ponto de atrapalhar, e muito, a volta à vida normal. “E aí é necessário um acompanhamento terapêutico”, completa. NA SANTA PAZ Existem métodos eficientes para evitar nervos exacerbados. “Basta adotar estratégias que ajudem a controlar o que se pensa”, diz José Roberto Leite. É que, diferentemente do que ocorre com gente mais tranqüila, quem se estressa além do normal considera que alguns episódios de sua vida são grandes motivos para irritar-se. Sair desse estado nem é tão complicado. Só é preciso mudar o padrão de comportamento e passar a encarar os fatos de uma forma diferente, mais positiva. “Assim fica mais fácil gerenciar as emoções”, afirma o terapeuta. A cabeça se livra daqueles pensamentos estressantes e o espírito fica leve, bem leve. UM LAR TRANQÜILO É só um exemplo. O pai chega bufando do trabalho, morto de cansaço. A mãe, assim que o vê entrar, vai logo reclamando dos problemas da casa e o filho, ansioso, exige atenção para o desenho que fez na escola. É praticamente certo que o homem não dê bola para nenhum dos dois. Afinal, ele teve um dia difícil. “Nessa hora é bom dar um tempo até a pessoa se relaxar. Por outro lado, é importante ouvir o que a meninada tem a dizer toda vez que puxa conversa”, aconselha a psicóloga clínica Jadete Calisto, de São Paulo. Os pais são a primeira referência da criança, que vai reproduzir em sociedade o comportamento que vê em casa. Enervar-se à toa pode ser apenas um jeito de imitar o papai estressado. 2 O cabelo é da mãe e os olhos, sem a menor dúvida, são do avô. Mas esse jeito meio irritadiço e ansioso com certeza ele puxou do pai. Pois é, no caldeirão de genes que se derrama, por assim dizer, da família para os descendentes, alguns ingredientes vão além das características físicas do rebento. A mistura genética determina a predisposição para desenvolver vários problemas desagradáveis — da miopia ao colesterol alto — e até, veja só, aspectos comportamentais, como aqueles esboçados por quem parece viver estressado por qualquer bobagem. Mas que fique claro: “Não estamos falando aqui daquela sensação de alerta que nos prepara para reagir de pronto diante de situações de tensão ou risco — uma resposta natural do organismo”, explica o psiquiatra Leonardo Gama Filho, chefe do Serviço de Saúde Mental do Hospital Municipal Lourenço Jorge, no Rio de Janeiro. A história aqui é de quem fica constantemente desgastado com fatos insignificantes ou se preocupa além do normal no dia-a-dia. Pode ser mesmo uma herança maldita. TENSÃO NO GALINHEIRO Há quem diga que o excesso de estresse no cotidiano pode até mesmo alterar o DNA. A conclusão, bastante controversa, vem da Universidade de Linköping, na Suécia, onde um grupo de cientistas fez experiências com galinhas. No local em que algumas delas estavam abrigadas a luz se acendia e se apagava a torto e a direito. Quando havia claridade todas se afobavam atrás de comida, temendo um repentino apagão. Já o restante das aves não foi submetido a tamanha estafa. No galinheiro em que estavam a claridade era constante por 12 horas ininterruptas e a outra metade do dia era só escuridão. O experimento durou exatos 225 dias. O suficiente para os pesquisadores observarem que o grupo das galináceas sob estresse desenvolvera certa dificuldade espacial e de aprendizado — elas andavam de um lado para outro totalmente desorientadas. O problema não afetou as moradoras do outro galinheiro. Mais tarde os filhotes de ambos os grupos foram criados separados das mães. Aí, então, os estudiosos verificaram que, mesmo vivendo em condições normais e separados das genitoras, os descendentes dos animais estressados tinham as mesmas dificuldades maternas de orientação e aprendizado. Mais: 31 genes da turma dos desorientados haviam sido modificados. Ou seja, os pintinhos literalmente herdaram nervos à flor da pele. “O resultado demonstra que mudanças de conduta interferem no padrão genético do indivíduo e, conseqüentemente, podem ser transmitidas de uma geração para outra”, afirma o biólogo Per Jensen, um dos autores do estudo.

 
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Nome:   mirela conceiçao ceruti
Comentário:  nossa eu nao entendi nada isso nao e facil eu acho mais diferente isso e muito
estranho....................................
   
Nome:   GIULIA
Comentário:  é é igualzinho



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