OS TRES LEÕEZINHOS
Era uma vez, numa determinada floresta, uma leoa-mãe havia dado à luz 3 leõezinhos bem bonitinhos: O Rax, o Rix e o Rex. Um dia o macaco, representante eleito dos animais súditos, malandro e puxa-saco, fez uma reunião com toda a bicharada da floresta e...
 
Você é nosso visitante número:
Visitantes online
O melhor, mais ilustrado e completo site de fábulas e contos do mundo é brasileiro.
 

 

 

 A FÁBULA DO OURIÇO ( PORCO-ESPINHO)

 

 (lição sobre a convivência, hostilidade e amizade)

  Conta-se que, durante uma era glacial, muito remota, quando parte do globo terrestre esteve coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e, indefesos,  morreram por não se adaptarem às condições do clima hostil.  Foi então que uma grande manada de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir, e juntar-se mais e mais. Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, agasalhavam-se mutuamente, aqueciam-se enfrentando por mais tempo aquele inverno tenebroso. Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte e, feridos e magoados afastaram-se, hostilizados,  por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus companheiros.

 Aqueles espinhos que aqueciam também feriam e doíam muito... . . . . Mãããs descobriram depois que essa não era a melhor solução: afastados, separados, logo começaram a morrer congelados, os que não morreram voltaram a se aproximar, pouco a pouco, com jeito, com precauções, compreensão, de tal forma que, unidos, cada qual conservava certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver, resistindo à longa era glacial.

 E sobreviveram...

Moral da História: O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro e consegue admirar suas qualidades...

Muitas vezes o orgulho e a ingratidão nos incham de tal modo o rosto e nos endurecem o coração que não conseguimos mais  ver em nosso semelhante a face de Deus, nosso Criador.  E nos alfinetamos.  E não sabemos perdoar como Jesus Cristo nos ensinou. Será que não podemos nos aproximar uns dos outros com amor e serenidade de tal forma que nossos espinhos não firam as pessoas que mais amamos tanto no trabalho, quanto na escola, na igreja, em casa ou na rua ?

 

 

 
Versão para Impressão     



 Envie seu comentário abaixo
Nome: 
E-mail: 
Comentário: 
 Código de validação: 
69113
 
  FÁBULAS
CONTOS
CONTOS de FADAS
ARTIGOS
CRÔNICAS
  LENDAS
FOLCLORE
PARLENDA
TRAVA-LÍNGUAS
1001 PERGUNTAS
DiTADOS POPULARES
CHARADAS
PIADAS
MITOLOGIA GRECO-ROMANA
POESIAS
RELIGIÃO
BIOGRAFIAS
PARTITURAS
CANTINHO DO ALUNO
LOGIN / LOGOUT