OS TRES LEÕEZINHOS
Era uma vez, numa determinada floresta, uma leoa-mãe havia dado à luz 3 leõezinhos bem bonitinhos: O Rax, o Rix e o Rex. Um dia o macaco, representante eleito dos animais súditos, malandro e puxa-saco, fez uma reunião com toda a bicharada da floresta e...
 
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A VERDADEIRA PÁSCOA
 notícia do tamanho da verdade, doa a quem doer.
 
    A Páscoa é uma festa móvel, evento religioso judaico-cristão, podendo ocorrer entre os dias 22 de março a 25 de abril. Quem participa e comemora a festa da páscoa do coelho é idólatra. E o Senhor Deus, nosso Pai, não se agrada de festas idólatras  e pagãs. A verdade é dura, e dói. Jesus Cristo foi morto e crucificado porque pregava a verdade e não procurava agradar a todo o povão, mas agradar a Deus, o Pai. Esse artigo irá magoar a muita gente. Não podemos permitir, porém, que o maior de todos os sacrifícios, vivido na hora mais amarga do Filho de Deus, bebendo sozinho o cálice da ira divina, seja reduzido a um festival de gastronomia pagã.
     E doerá a verdade, principalmente para as crianças que desde a tenra idade são obrigadas a engolir tamanha mentira, em benefício do comércio religioso. Esta é uma história verdadeira, central do Antigo Testamento. Foi naquela noite fatídica, no Egito dos faraós, que o israelitas, povo de Deus foi salvo da tragédia da morte dos primogênitos, porque um cordeiro tinha sido sacrificado e o seu sangue havia sido aspergido sobre os umbrais e vergas de suas portas. Esta é a história épica da libertação do povo de Deus do cativeiro, libertado com mão forte e poderosa. Há o contexto histórico e o sentido bíblico que se entrecruzam, como se entrecruzam as religiões judaico-cristãs.
Os israelitas, estando ainda no Egito, como escravos, clamaram a Deus.E viu Deus os filhos de Israel, e atentou Deus para a sua condição.”  Ex 2.25. 
E foi-lhes enviado o braço de Moisés para tirá-los da escravidão do Egito. Para tanto, antes da saída, teriam que, cada família, sacrificar um cordeiro, macho de um ano, limpo, sem manchas, cujo sangue deveria ser aspergido na ombreira e na verga das portas, e então comê-lo assado, antes do grande dia, o dia da salvação, da libertação, a Páscoa (em hebraico, Pêssach).   Está escrito:  “... com ervas amargosas a comerão (a Páscoa)”.  Ex 12.8.
“… a nossa Festa da Páscoa está pronta, agora que Jesus Cristo, o nosso Cordeiro da Páscoa, já foi oferecido em sacrifício. Então vamos comemorar a nossa Páscoa, não com o pão que leva fermento, o fermento velho do pecado e da imoralidade, mas com o pão sem fermento, o pão da pureza e da verdade.”    I Co 5.7-8. 
"Sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento (tradição) que vossos pais vos legaram, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo, conhecido, com efeito, antes da fundação do mundo, porém manifestado no fim dos tempos, por amor de vós " . (I Pe 1:18 ao 20).
 A Bíblia, a Palavra de Deus, fala que Jesus Cristo é o nosso cordeiro pascal. O Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo é Jesus Cristo. Foi Ele que, imolado na cruz por nós, teve o seu sangue derramado, aspergido nas vergas e umbrais, sofreu o castigo que nos traz a paz. Deus lançou sobre Ele a iniqüidade de todos nós e pelas suas pisaduras (feridas) fomos sarados de nossos pecados. Ele, como ovelha muda, foi para o matadouro, carregando sobre o seu corpo, no madeiro, os nossos pecados. Fez-se maldição por nós. Ele se fez pecado por nós. Ele morreu exangue na cruz, adquirindo para nós eterna redenção. Esta é a história da nossa alforria e libertação. É a história da nossa libertação do cativeiro das nossas almas. É a história da nossa eterna salvação. Não podemos deixar que ela seja distorcida por tradições e gula comercial, que o verdadeiro sangue da cruz seja diluído e transformado em chocolate. Não.
Mas o comércio voraz, faminto de dinheiro, trocou o Cordeiro pelo coelho (animal biblicamente imundo). Aliás, diga-se de passagem, um coelho muito versátil, quase milagroso, que põe ovos de chocolate de todos os tamanhos e para todos os gostos e bolsos. E dá-lhe propaganda. E para corromper o mundo, nada melhor que dirigir-se às crianças, aliciá-las com doces e presentes, pois para o consumismo insaciável, a essência da verdadeira Páscoa não tem a menor importância. O que importa é o dinheiro, o lucro; vender, vender muito, ainda que na mente e o coração das pessoas, a verdade seja sacrificada, e o Cordeiro (Jesus Cristo) fique esquecido. Para uma sociedade materialista, secularizada e consumista cujo deus é o ventre, donde o chocolate sai até pelas narinas, o importante é empanturrar o estômago de chocolate, ainda que se sacrifique no altar do comércio esfaimado, a essência da verdade um festival de gastronomia.
Mas, mais preocupante é o fato de ficarmos silentes, de fazermos ouvidos moucos e continuarmos a tomar parte desta cultura sem nenhuma reação, de estarmos inseridas nela por nascimento, coniventes com os pecados da geração de nossos pais, tal qual Eli, banqueteando com as gorduras tiradas pecaminosamente do altar, que se recusa a dar ouvidos à verdade de Deus. Nossos filhos são levados a assimilar mais o coelho, ou melhor, o chocolate, do que o Cordeiro de Deus que foi morto por nossos pecados. Vêem mais o retrato das lojas agressivamente decoradas do que a história eloqüente da libertação do povo de Deus.
Precisamos investir mais tempo ensinando aos nossos filhos sobre o verdadeiro sentido da Páscoa.
 O coelho é bonito e cativante, mas é um animal impuro biblicamente, é um intruso que nada tem a ver com a festa da Páscoa. Esta festa é a festa do Cordeiro de Deus. Ele sim, deve ser o centro, o conteúdo, a atração e a razão de ser desta festividade. Que a nossa família possa estar reunida não em torno do ovo de chocolate, mas em torno do corpo e sangue do Cordeiro, de Jesus Cristo ressureto, o Cordeiro que foi morto, mas vive pelos séculos dos séculos, tendo a certeza que estamos debaixo do abrigo de seu sangue.
Medite nisso: "Cristo, que é a nossa páscoa, já foi sacrificado por nós."
Não que estejamos proibidos de comer chocolate, porém que não seja nessa festa. A Páscoa, segundo a Bíblia, deve ser comida com ervas amargas “com ervas amargosas a comerão.” Ex 12.8     É o que está escrito.  O chocolate é doce. Nada a ver. Não devemos ignorar o verdadeiro sentido da Páscoa. Temos, sim, uma comemoração relacionada a essa festa: a ceia do Senhor. Esta é a nossa Páscoa. Não realizada apenas uma vez por ano, mas todas as vezes que comermos os alimentos sem fermento, o pão e vinho, em memória da morte de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
Estamos assim, a família do Senhor, simbolicamente comendo a carne do Cordeiro e bebendo o seu sangue. Nesse momento, nos recordamos que éramos escravos no Egito (o mundo), e que Faraó (Satanás), nos mantinha sob o seu domínio. Mas, naquela tarde de Páscoa, o Cordeiro de Deus, o primogênito de Deus, morreu em meu lugar, no seu lugar.
A continuarmos a comemorar a Páscoa do modo como o fazemos hoje, estamos cometendo uma aleivosia, um pecado, uma idolatria, uma verdadeira traição (e não tradição) contra o nosso Salvador. Idolatria e paganismo puro. Direis: “mas todo mundo faz assim...” Vede: “muitos são chamados e poucos são os escolhidos.” E a Rede Globo é pródiga em propagar tais eventos pagãos. “Por isso saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; e não toqueis nada imundo, e eu vos receberei, e serei para vós Pai e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso.” Ef 6.17-18
Regozijemo-nos e alegremo-nos na certeza que o anjo da morte não nos alcançará, pois “nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus”. Rm 8.1
E este dia vos será por memória, e celebrá-lo-eis por festa ao SENHOR; nas vossas gerações o celebrareis por estatuto perpétuo.” Ex 12.14

Se sua igreja está seriamente comprometida com o sincretismo religioso que grassa as cabeças dos que se dizem liberais, usa "ovos do coelho", e não o Cordeiro Pascal; se o pastor titular é liberal o suficiente para permitir essa aleivosia, então provavelmente também é liberal nas doutrinas e na teologia. Você deve considerar seriamente o desligar-se dessa seita imediatamente, rever sua fé e reler a Bíblia.

 
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