OS TRES LEÕEZINHOS
Era uma vez, numa determinada floresta, uma leoa-mãe havia dado à luz 3 leõezinhos bem bonitinhos: O Rax, o Rix e o Rex. Um dia o macaco, representante eleito dos animais súditos, malandro e puxa-saco, fez uma reunião com toda a bicharada da floresta e...
 
Você é nosso visitante número:
Visitantes online
O melhor, mais ilustrado e completo site de fábulas e contos do mundo é brasileiro.
 
 
O conto do natal, do papai Noel e da coca-cola
 
     Quem participa e comemora a festa de 25 de dezembro, do papai Noel, conhecida como Natal, é idólatra. E Deus nosso Pai é um Deus zeloso e não se agrada de festas idólatras. A verdade é dura, e dói. Jesus Cristo foi morto e crucificado porque pregava a verdade e não procurava agradar a todo o povão, ao sumo sacerdote (o correspondete ao papa, naquela época)  mas agradar a Deus, o Pai. Esse artigo irá magoar a muita gente.
       Com aquelas roupas inadequadas par os padrões ao sul do rio Bravo e da linha do Equador, deslizando na neve sobre um trenó, acompanhado de renas e gnomos, aparecendo sempre nas festas de final de ano, o "bom velhinho", por todos nós conhecido como “papai Noel”, é nada mais nada menos que uma figura de marketing da indústria estadunidense. 
 
Aquele “ho ho ho”, risada de falsete e sorriso teatrais, padronizados não enganam a mais ninguém após a difusão do conhecimento e das notícias. Um tipo nórdico, rechonchudo, de bochechas vermelhas e pança descomunal, muitas pessoas não conhecem ainda a origem e construção dessa figura emblemática e o modo como continua sendo dado lustro a essa imagem.  Não vamos adentrar no mérito da lenda porque, como é sabido, lendas são para o imaginário, e há uma colossal distância da lenda à realidade, pois as lendas só enganam as crianças e os mais incautos e ingênuos, os quais se deixam levar pela onda do consumismo ocidental, notadamente estadunidense.

Não sei se feliz ou infelizmente, e para macular os sonhos de fantasias e de descobertas das nossas crianças e acabar com essa falsa magia, mas é mister que a verdade venha à tona. Saint Klaus, ou Sinterklass, nome de origem holandesa, foi uma personagem e gravura criada pelo cartunista estadunidense Thomas Nast em 1886, publicada na capa da revista Harper´s Weeklys, vestido com roupas de inverno nas cores azul, amarelo, vermelho e verde. Aportando na Nova Amsterdã (Nova Iorque), trazido pela cultura holandesa, ali foi rebatizado como Santa Klaus. E nacionalizou-se.  E essa gravura fez muito sucesso.

Em 1931, a emergente Coca-Cola, de olho nesse fenômeno midiático comprou tais direitos e mudou a imagem e as cores da roupa do “bom velhinho” para as cores de sua bandeira empresarial – vermelha e branca. Daí a transformar-se em um padrão global foi um pulo. E um grande lucro para a empresa incrementando sobremaneira as vendas no final do ano. E papai Noel vende, e vende muito. Papai Noel representa a conjugação do neo-mercantilismo impregnado com hábitos de desmedido consumismo. Mas para os comerciantes, tocar nesse ponto é como ferir a Diana dos efésios do antigo império romano. Dá muito lucro.

Assim, como vimos, marketing puro, um produto de consumo, e que incrementa o comércio de final de ano civil.  Divulgada e propagada a lenda e a história, difundiu-se entre os povos o hábito de presentearem-se no final de ano, como que a sugerir e trazer a lume a história dos três reis magos que visitaram e presentearam o menino Jesus por ocasião de seu nascimento que, segundo dizem, ocorreu no dia 25 de dezembro – data essa que também é uma falácia. Capítulo à parte.

 
Versão para Impressão     



 Envie seu comentário abaixo
Nome: 
E-mail: 
Comentário: 
 Código de validação: 
45449
 
  FÁBULAS
CONTOS
CONTOS de FADAS
ARTIGOS
CRÔNICAS
  LENDAS
FOLCLORE
PARLENDA
TRAVA-LÍNGUAS
1001 PERGUNTAS
DiTADOS POPULARES
CHARADAS
PIADAS
MITOLOGIA GRECO-ROMANA
POESIAS
RELIGIÃO
BIOGRAFIAS
PARTITURAS
CANTINHO DO ALUNO
LOGIN / LOGOUT