OS TRES LEÕEZINHOS
Era uma vez, numa determinada floresta, uma leoa-mãe havia dado à luz 3 leõezinhos bem bonitinhos: O Rax, o Rix e o Rex. Um dia o macaco, representante eleito dos animais súditos, malandro e puxa-saco, fez uma reunião com toda a bicharada da floresta e...
 
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Numa noite fria de inverno, um camponês estava sentado na sala de sua casa, conversando com a mulher, enquanto descansavam do trabalho do dia. — Como nossa casa é triste! — dizia ele. — Nas outras há sempre barulho e alegria, mas aqui, como não temos filhos, reina um silêncio tão grande! — Pois é — respondeu a mulher. — Eu também daria tudo para termos um filho! Nem que tivéssemos um só, e nem que ele fosse tão pequenininho como este meu dedo polegar, mesmo assim eu ficaria imensamente feliz! Dias depois de terem essa conversa, a mulher começou a sentir-se indisposta e, passados sete meses, teve um filho, um menino perfeito e bonito, mas que era muito pequenino, do tamanho mesmo do dedo polegar da mãe. Felizes por verem seu desejo atendido, os camponeses nem se importaram com o tamanho da criança, e deram-lhe o nome de Pequeno Polegar. Os pais amavam muito o Pequeno Polegar e de tudo fizeram para ver se ele crescia: deram-lhe uma alimentação especial, cuidaram dele com todo o carinho, mas nada conseguiu fazer com que o menino aumentasse de tamanho. Assim o tempo passou, mas o Pequeno Polegar continuou sempre tão pequeno como no dia em que havia nascido. No entanto, o que o menino não tinha em tamanho, tinha em beleza e inteligência. Era muito vivo e sabia sair-se bem de todos os problemas. Um dia, o pai estava se preparando para ir buscar lenha na floresta e disse baixinho, para si mesmo: — Que bom seria se alguém fosse me buscar na floresta com a carroça! Assim eu não precisaria trazer a lenha nas costas! O Pequeno Polegar, que estava por perto e tinha escutado tudo, disse prontamente: — Eu vou, papai! Pode ficar descansado que na hora certa estarei lá com a carroça! — Você, meu filho? — disse o pai, sorrindo. — Mas você é muito pequeno para fazer isso! Como vai conseguir segurar as rédeas e guiar o cavalo? — Se a mamãe atrelar o cavalo na carroça para mim — respondeu o menino —, eu me sentarei na orelha do cavalo e irei dizendo para ele como e aonde deve ir! O camponês achou engraçada a idéia e respondeu: — Está bem! Não custa nada tentar, não é? Na hora combinada, a mãe atrelou o cavalo à carroça e lá se foi o pequenino, sentado confortavelmente numa das orelhas do animal, indicando-lhe o caminho com muita esperteza. O cavalo obedecia às ordens do Pequeno Polegar e seguia pela estrada como se um cocheiro invisível estivesse segurando as rédeas. Ao chegarem numa curva do caminho, o menino gritou bem alto para o animal que virasse à esquerda. Nisso, iam passando dois forasteiros que, não vendo o cocheiro que guiava a carroça e ouvindo uma voz que dava ordens ao cavalo, ficaram assombrados. — Credo! — disse um deles. — Que coisa mais esquisita! Uma carroça guiada por um homem invisível?! — Esse negócio está muito estranho mesmo! — respondeu o outro. — É melhor seguirmos essa carroça para ver onde ela vai parar! Com muita habilidade o Pequeno Polegar chegou até o lugar onde o pai já o esperava, no meio da floresta, sem perceber que estava sendo seguido. — Cheguei, papai! — gritou, parando o cavalo. — Viu como eu consegui? Agora, por favor, me desça daqui! O camponês, todo satisfeito, segurou o cavalo com a mão esquerda e, com a direita, tirou o filho da orelha do animal. Muito contente com seu trabalho, o Pequeno Polegar foi se sentar num galhinho para observar o pai colocando a lenha rachada dentro da carroça. Enquanto isso, os dois forasteiros, que a tudo observavam, ficaram boquiabertos ao ver o tamanho e a esperteza da criança. Quando passou o susto, um deles cochichou no ouvido do outro: — Já pensou quanto dinheiro poderíamos ganhar com esse menino? Poderíamos comprá-lo e exibi-lo no circo, cobrando entrada! ficaríamos ricos! — Claro! — respondeu o outro, entusiasmado com a idéia. — Vamos conversar com o pai dele! Fazendo-se gentis, os dois se aproximaram da carroça do camponês e lhe disseram: — Bom dia, senhor. Estávamos observando o trabalho desse anãozinho e gostaríamos de comprá-lo do senhor. Podemos pagar muito bem por ele. — Como?! — respondeu o pai, indignado. — Vocês acham que eu ia vender meu filho? Ele faz parte do meu coração, meus senhores, e eu não o venderia por todo o ouro do mundo! O Pequeno Polegar, ao ouvir a discussão, mais do que depressa agarrou-se pelas roupas do pai e subiu até seu ombro. Sentou-se ao lado de seu ouvido e cochichou: — Venda-me, papai! Pode ficar sossegado que eu darei um jeito de escapar e voltar para casa! O camponês ficou confuso ao ouvir o que o menino dizia. Como os homens continuassem a insistir e o Pequeno Polegar a afirmar, com tanta certeza, que saberia voltar para casa, ele acabou aceitando o negócio. Depois que os forasteiros garantiram que cuidariam muito bem do menino, o pai acabou entregando-o aos dois homens, em troca de muitas moedas de ouro. Em seguida, despediu-se do filho e voltou para casa cheio de tristeza. Antes de partirem, um dos homens perguntou ao Pequeno Polegar onde ele gostaria de viajar. — Na aba de seu chapéu — disse o menino. — Assim eu posso ir passeando e observando a paisagem. O homem fez a vontade do pequenino e lá se foram eles, viajando por muitas horas, até o anoitecer. Quando viu que tudo ao redor estava ficando bem escuro, o Pequeno Polegar pediu ao homem que o levava na aba do chapéu que o pusesse no chão, pois precisava ir ao banheiro. — Não se preocupe! — respondeu o homem, dando uma gargalhada. — Os passarinhos vivem fazendo estas coisas no meu chapéu; por isso, pode ficar aí mesmo! — Não! — respondeu o Pequeno Polegar, muito bravo. — Não foi assim que minha mãe me educou! Preciso descer agora! Insistiu tanto e estava tão bravo que o homem acabou colocando seu chapéu no chão, à margem da estrada, para que ele descesse. Assim que se viu fora do alcance das mãos de seus donos, entretanto, o menino saiu correndo, o mais rápido que podia, fugindo pelo meio dos montes de terra e das raízes das árvores. Quando perceberam que haviam sido enganados, os dois homens ficaram furiosos e começaram a perseguir o Pequeno Polegar pelo meio do mato. Mas o menino era muito esperto, e logo encontrou um buraco de rato, justamente o que estava procurando, e se escondeu lá dentro, gritando para os dois forasteiros : — Boa noite, meus amigos! Vocês podem muito bem seguir seu caminho sem mim! Loucos de raiva, os dois pegaram um enorme pedaço de pau e começaram a cutucar a toca do rato, na esperança de que, acuado, o Pequeno Polegar resolvesse sair. Mas foi trabalho perdido, pois o buraco onde ele estava era bem fundo e, por mais que os homens tentassem, não conseguiram tirá-lo de lá.

Como a noite havia caído e tudo estava escuro qual breu, os dois homens perceberam que seria inútil continuar tentando; por isso, foram embora, furiosos e com a bolsa vazia. Depois de estar bem certo de que eles haviam partido, o Pequeno Polegar saiu de seu esconderijo. — Nossa! Que escuridão! — disse ele ao sair. — Não seria bom ficar andando nesse escuro, pois eu poderia até quebrar uma perna! Assim, pensando em voltar para casa quando o dia amanhecesse, o Pequeno Polegar saiu procurando um lugar seguro para passar a noite. Acabou encontrando uma cisca de caramujo vazia e lá se ajeitou confortavelmente para dormir. Quando já estava quase pegando no sono, ouviu vozes bem perto de onde estava. Eram dois homens conversando e um deles dizia: — Como vamos fazer para roubar o ouro e a prata da casa do padre? Mais que depressa o menino gritou, de dentro do caramujo: — Eu posso ensinar! — Foi você quem disse isso? — perguntou, assustado, um dos ladrões. — Não! — respondeu o outro, com os olhos arregalados de medo. — Fui eu que falei! — gritou o Pequeno Polegar. Cada vez mais assustados, os dois ladrões resolveram ficar em silêncio para descobrir se não estavam ouvindo coisas. — Por que não me levam com vocês? — tornou a gritar o menino. — Eu posso ajudá-los !

ESPAÑOL   

  - EL PULGARCITO

Había una vez un pobre campesino que se sentaba al anochecer junto al hogar y lo encendía, y su esposa se sentaba e hilaba. Entonces dijo él: -"¡Qué triste es que no tengamos niños! Con nosotros todo es tan calmo, y en otras casas hay bullicio y vida."- -"Cierto"- replicó la esposa suspirando, - "aún si tuviéramos solamente uno, y si fuera pequeñito, tan grande como un pulgar, yo estaría satisfecha, y lo amaríamos con todo nuestro corazón."- Y sucedió que la mujer quedó embarazada, y siete meses después dio a luz a un niño, que era perfecto en su forma, pero no más grande que un pulgar. Entonces ellos dijeron: -"Es como deseamos que fuera, y será nuestro amado niño."- Y por motivo de su tamaño, lo llamaron Pulgarcito. Ellos le proveyeron de todo alimento, pero el niño no crecía de talla, si no que seguía del mismo tamaño, pero tenía unos ojitos vivaces, y pronto mostró ser una creatura hábil y entendida, y todo lo captaba perfectamente. Un día el campesino se preparó para ir al bosque a cortar leña, cuando pensando en voz alta dijo: -"¡Cómo desearía que hubiera alguien que pudiera llevarme la carreta!"- -"Oh padre"- gritó Pulgarcito, -"enseguida yo te llevo la carreta, confía en eso, la tendrás en el bosque en el momento apropiado."- El hombre sonrió y dijo: -"¿Cómo podría ser, tú tan pequeño manejando los caballos con las riendas?"- -"Eso no es problema, padre, si mi madre les pone los arreos, yo me sentaré en la oreja del caballo y le iré diciendo qué rumbo tomar."- -"Bien"- dijo el hombre, -"por esta vez lo intentaremos"- Cuando llegó el momento, la madre alistó la carreta con el caballo, y colocó a Pulgarcito en la oreja del caballo. Y entonces la creatura gritó: -"¡Arre! ¡Arre!"- Todo sucedió apropiadamente como si fuera manejada por el patrón, y la carreta iba por el camino correcto hacia el bosque. Y pasó que al doblar en una esquina, cuando el pequeño iba gritando -"¡Arre! ¡Arre!"- dos extraños hombres se acercaron. -"¡Por Dios! dijo uno de ellos, -"¿Qué es esto? ¡una carreta que va caminando, y se oye a un carretero arreando al caballo pero no se ve a nadie!"- -"Algo no calza"- dijo el otro, -"sigamos a la carreta y veamos a donde para."- La carreta, sin embargo, se internó dentro del bosque, y llegó exactamente adonde la leña había sido cortada. Cuando Pulgarcito vio a su padre, le gritó: -"Ves padre, aquí estoy con la carreta, bájame por favor."- El padre sostuvo al caballo con su mano izquierda, y con la derecha sacó a su pequeño hijo de la oreja. Pulgarcito se sentó graciosamente en una rama, pero cuando los dos hombres lo vieron, no supieron que decir por el asombro. Entonces uno de ellos se acercó al otro y le dijo: -"Hark, ese chiquitín puede traernos una gran fortuna si lo exhibimos en una gran ciudad por dinero. Comprémoslo."- Ellos fueron donde el campesino y le dijeron: -"Véndanos a ese hombrecito. Será bien tratado por nosotros."- -"No"- replicó el padre, -"él es la luz de mis ojos, y ni todo el oro del mundo podría comprármelo."- Pulgarcito, sin embargo, cuando oyó acerca del negocio, agarrándose de la tela del abrigo de su padre, subió hasta el hombro y le susurró en el oído: -"Padre, déjame ir, y yo volveré pronto"- Entonces el padre fue con él donde los dos hombres, y recibió un buen puñado de dinero. -"¿Dónde te sentarás?"- preguntaron ellos. -"Oh, simplemente ponme en el ala del sombrero, y desde allí yo podré ir hacia atrás o hacia adelante mirando el paisaje, y no me caeré."- Ellos lo hicieron tal como lo pidió. Y cuando Pulgarcito se despidió de su padre, ellos partieron con él. Caminaron hasta que oscureció, y entonces el pequeñín dijo: -"Bájame por favor, necesito bajar."- El hombre se quitó el sombrero y puso al pequeño compañero en el suelo, a la orilla del camino, y él saltó y se arrastró entre la maleza, y repentinamente se deslizó en el hueco de una cueva de ratones que él había visto. -"¡Buenas tardes, caballeros, pueden irse a casa sin mí!"- le gritó a los hombres, y se burló de ellos. Ellos corrieron hacia él y metieron varillas dentro de la cueva de los ratones, pero fue una labor perdida. Pulgarcito se metió más adentro aún, y cuando ya oscureció completamente, los hombres se vieron forzados a regresar a sus casas con su pesadumbre y con los bolsillos vacíos. En cuanto Pulgarcito vio que ellos se fueron, salió del pasaje subterráneo. -"Es tan peligroso caminar sobre el suelo en la oscuridad"- se dijo él, -"¡tan fácil que sería quebrarse un brazo o una pierna!"- Afortunadamente tropezó contra una concha de caracol vacía. -"¡Gracias a Dios!"- se dijo, -"Dentro de esto puedo pasar la noche sin peligro"- y se metió en ella. Al poco rato, cuando ya estaba a punto de dormirse, oyó a dos hombres que pasaban por allí, y uno de ellos decía: -"¿Cómo podríamos hacer para sacarle al rico pastor su oro y su plata?"- -"Yo te puedo decir"- gritó pulgarcito, interrumpiéndolo. -"¿Qué fue eso?"- dijo uno de los ladrones asustado, -"Escuché a alguien hablando."- Ellos se mantuvieron escuchando, y Pulgarcito dijo de nuevo: -"Llévenme con ustedes, y les ayudaré."- -"¿Pero dónde estás?"- preguntaron. -"Justo en el suelo, y observen de donde viene mi voz."- contestó. Por fin los ladrones lo encontraron y lo levantaron. -"¿Tú, pequeño duende, cómo tú nos vas a ayudar?"- dijeron. -"Tengo un modo."- respondió él. -"Yo entraré a la habitación del pastor metiéndome entre las rejas, y les pasaré a ustedes lo que deseen tener." -"Entonces ven con nosotros"- dijeron, -"y veremos que puedes hacer"- Cuando llegaron a la casa del pastor, Pulgarcito se arrastró a la habitación, e inmediatamente gritó lo más fuerte que pudo: -"¿Quieren tener todo lo que hay aquí?"- Los ladrones se alarmaron, y dijeron: -"Pero habla bajito, no vayas a despertar a alguien."- Pulgarcito, sin embargo, actuó como si no hubiera entendido, y gritó de nuevo: -"¿Qué es lo que quieren? ¿Quieren ustedes todo lo que hay aquí?"- La criada, que dormía en la habitación contigua, oyó aquello y se sentó en la cama, y siguió escuchando. Los ladrones sin embargo, con su temor se habían alejado un poco, pero al final tomaron coraje y pensaron: -"Ese pequeño pícaro quiere burlarse de nosotros."- Ellos regresaron y le susurraron: -"Ven, sé serio, y pásanos algo a nosotros."- Entonces Pulgarcito de nuevo gritó tan fuerte como pudo: -"¡En verdad que les voy a dar todo, sólo extiendan las manos!"- La criada, que estaba escuchando, oyó eso claramente, y saltó de la cama y fue a la puerta. Los ladrones volaron, corriendo como si los persiguiera el Cazador Salvaje, pero como la criada no podía ver nada, fue a encender una luz. Cuando volvió con la luz, Pulgarcito, sin que fuera percibido, se fue al granero, y la criada, después de examinar cada rincón y no encontrar nada, se acostó de nuevo en su cama, y pensó, que después de todo, sólo había estado soñando con los ojos y oídos abiertos. Pulgarcito había escalado en el heno y encontró un lindo lugar donde dormir. Allí intentó descansar hasta el amanecer, y luego regresar a casa donde sus padres. Pero debía pasar por otras cosas. ¡De veras que hay mucha aflicción y miseria en este mundo! Cuando el sol salió, la criada se levantó de su cama para ir a alimentar las vacas. Su primera caminata fue dentro del pajar, donde ella tomó una paca de heno, y precisamente era en la que Pulgarcito dormía. Sin embargo, él estaba tan profundamente dormido que no se dio cuenta de nada, y no se despertó hasta que estuvo en la boca de la vaca, que lo había tomado junto al bocado de heno. -"¡Oh cielos!"- gritó el, -"¿Cómo sería que llegué hasta este molino?"- Pero inmediatamente descubrió donde estaba. Entonces fue necesario tener mucho cuidado, no fuera a caer entre los dientes y ser descuartizado, pero inevitablemente fue forzado a resbalar dentro del estómago junto con el heno. -"En esta habitación olvidaron las ventanas"- decía, -"y el sol no brilla, y ni siquiera hay una candela"- El cuarto no le era nada placentero, y lo peor era que, más y más heno entraba por la puerta, y el espacio se reducía más y más. Entonces, confundido en su angustia, gritó tan fuerte como pudo: -"¡No quiero más hierba, no quiero más hierba!"- La criada estaba en ese momento ordeñando la vaca, y cuando oyó que alguien hablaba, y no vio a nadie, y acató que era la misma voz que había escuchado en la noche, se aterrorizó tanto que saltó de su banquillo y desparramó la leche. Corrió ella donde su patrón, y dijo: -"¡Por los cielos, pastor, la vaca está hablando! -"¡Estás loca!"- respondió el pastor. Pero decidió ir él personalmente a ver que era lo que pasaba allá. Y no terminaba de llegar cuando Pulgarcito gritó de nuevo: -"¡No quiero más hierba, no quiero más hierba!"- Entonces el mismo pastor se alarmó, y pensó que un espíritu endemoniado se había apoderado de la vaca, y ordenó matarla. Y fue matada, pero el estómago, donde estaba Pulgarcito, fue tirado a la basura. Pulgarcito tuvo gran dificultad en salir del paso, sin embargo tuvo éxito en hacerse de más espacio, pero justo cuando iba sacando la cabeza, una nueva dificultad se presentó. Un lobo hambriento corrió hacia allá, y se tragó el estómago de un sólo bocado. Pulgarcito no perdió el coraje. -"Quizás"- pensó él, -"el lobo tendrá que oír lo que tengo que decirle."- Y lo llamó desde adentro de su estómago: -"Querido lobo, yo sé de una magnífica fiesta para ti."- -"¿Y adonde es que va a tener lugar?"- -"En una casa que te indicaré. Tienes que arrastrarte por el fregadero de la cocina, y encontrarás pasteles y tocino y salchichas, y muchas otras cosas que podrás comer a tu gusto"-, y le describió exactamente la casa de su padre. Al lobo no hubo que repetirle eso dos veces, se estrujó lo más que pudo y entró a la casa por el vertedero, y comió hasta quedar contento de gordo. Cuando hubo terminado con todo, quiso salir de nuevo, pero había engordado tanto que no podía usar la misma vía por donde entró. Pulgarcito sabía que eso iba a suceder, y ahora comenzó a hacer violentos ruidos en el cuerpo del lobo, y gritaba y gritaba tan fuerte como podía. -"¡Haz silencio!"- decía el lobo, -"¡vas a despertar a la gente!"- -"¿Y qué?"- replicó el pequeñín, -"has comido hasta llenarte, y yo haré también mi fiesta"- Y una vez más comenzó a gritar con furor. Por fin, su padre y madre fueron despertados por los ruidos, corrieron al cuarto y se asomaron por la ventanilla de la puerta. Cuando vieron que había un lobo adentro, se alejaron, y el esposo trajo su hacha, y la esposa la guadaña. -"Ponte detrás"- dijo el hombre cuando entraron al cuarto. -"Cuando yo dé el primer golpe, si no queda muerto, córtalo y divídelo en piezas."- Entonces Pulgarcito que oyó las voces de su padre, gritó: -"¡Querido padre, yo estoy aquí, dentro del cuerpo de lobo!"- Y dijo el padre lleno de gozo: -"¡Gracias a Dios que nuestro hijo nos ha encontrado de nuevo!"- Y le pidió a la mujer dejar la guadaña, para que Pulgarcito no resultara herido. El hombre levantó su brazo, y dio tan certero golpe a la cabeza del lobo que éste cayó muerto. Entonces trajeron navajas y tijeras, cortaron su cuerpo y sacaron al pequeñín para afuera. -"¡Ah!"- dijo el padre, -"que preocupación hemos tenido pensando en tu suerte."- -"Sí padre, anduve por el mundo en tantas situaciones. ¡Gracias al cielo, ya respiro aire fresco de nuevo.!"- -"¿Dónde estuviste, entonces?"- -"Ay padre, estuve en una cueva de ratones, en el estómago de una vaca, y luego en el de un lobo. Ahora ya estaré con ustedes."- -"Ya no te volveremos a vender, ni por todas las riquezas del mundo"- dijeron sus padres. Y abrazaron y besaron a su amado Pulgarcito. Le dieron de comer y beber, y lo vistieron con trajes nuevos que habían hecho para él, pues los que llevaba se estropearon en su viaje. Enseñanza: Ningún tesoro puede sustituir lo que se ama profundamente.

FINIS

Der kleine Däumling

Es war einmal ein armer Mann und eine arme Frau, und weil sie sehr arm waren, hatten sie viele Kinder. Nicht weniger als sieben und alles Knaben. Der älteste war nicht älter als zehn Jahre, der jüngste war erst dreijährig. Das kam daher, daß der Storch, ein besonders starker Storch, ihnen manchmal zwei in einem Jahre brachte. Der jüngste war klein, sehr klein, aber ganz außerordentlich klein, und weil er, als er zur Welt kam, nicht größer war als ein Daumen, nannte man ihn den Däumling. Es ist das derselbe Däumling, der nachher so berühmt geworden. Aber das Sprichwort sagt: Klein und keck schlägt die Großen weg. Der kleine Däumling war klug, klüger als alle seine Brüder, sprach wenig und hörte und merkte viel. Da kam eine große Hungersnot ins Land. Die armen Leute hatten kein Brot für die vielen Kinder. Und weil sie die Kinder nicht mit eigenen Augen vor Hunger sterben sehen wollten, dachten sie daran, sich ihrer auf gute Weise zu entledigen, denn »Not kennt kein Gebot«, sagt ein anderes Sprichwort. Abends, als die Kinder schon zu Bette waren, sagte der Mann zu der Frau: »Du siehst, es geht nicht länger. Wir werden die Kinder in den Wald führen und sie dort verlieren.« »In den Wald«, rief die Mutter erschrocken, »in den düstern, düstern Wald! Ach, meine armen Kinder!« So schrie und weinte sie noch lange und wollte die Kinder nicht in den düstern, düstern Wald führen und sie dort verlieren. Aber am Ende begriff sie doch, daß sie das Elend nicht länger mit ansehen konnte, und als eine gehorsame und brave Frau, die sie war, sagte sie, daß sie tun wolle, wie ihr Mann befehle. Und darauf gingen sie schlafen. Aber der kleine Däumling hatte alles gehört. Wie er merkte, daß Vater und Mutter Geheimnisse besprachen, kroch er leise, leise aus dem Bette und unter den Schemel seines Vaters, und da hat er alles gehört. In den Wald gehen, in den düstern, düstern Wald, dachte der kleine Däumling, und uns dort verlieren? Nein! – Er legte sich aufs Ohr, dachte nach und stand früh am Morgen wieder auf. Er ging hinaus an den Bach und füllte sich die Taschen mit kleinen weißen Kieselsteinen. Jetzt wollen wir mal sehen, dachte er und klopfte stolz auf die Tasche, als wären darin lauter Louisdore, die er sein Lebtag nicht gesehen hatte. Dann ging's in den Wald, der Vater mit der Axt auf der Schulter voran, die Mutter nach, dann die sieben Buben hintereinander wie die Orgelpfeifen. Der kleine Däumling, der zuletzt ging, sagte nichts, gar nichts sagte er, aber er dachte sich sein Teil. Und wie sie in den Wald kamen, darin es wirklich düster, sehr düster, ja so dunkel war, daß man kaum seinen Vordermann sah, ließ er nach und nach und ohne daß es jemand merkte, die Steinchen fallen und säte sie so den ganzen Weg entlang. Gute Saat, dachte er, trägt gute Früchte. Und wie sie tief, tief drin im Walde waren, sagte der Vater: »Jetzt, Buben, sammelt trockenes Holz, machet Reisigbündel und seid recht fleißig.« Sie gehorchten, bückten sich alle und waren emsig bei der Suche. Vater und Mutter machten sich eine Ausrede, schlichen in die Gebüsche, und da sie die Kinder nicht mehr sehen konnten, fingen sie an zu laufen und liefen immer, bis sie zu Hause waren. Als die Kinder merkten, daß sie allein und verlassen waren in dem tiefen, tiefen Wald, fingen sie gewaltig an zu schreien und zu weinen. Der kleine Däumling schrie und weinte nicht und sagte auch nichts. Er saß auf einem abgesägten Baumstamm, steckte die Hände in die Hosentaschen und dachte: Weint ihr euch nur recht aus! Dann sagte er: »Jetzt ist genug geweint! Seid ihr Männer? Ich bin einer. Vater und Mutter haben euch hier steckenlassen, ich führe euch wieder heim. Auf, mir nach!« Wie gesagt, so getan. Sie folgten ihm, und er führte sie auf demselben Wege, auf dem sie gekommen waren und den er sich mit den Steinchen bezeichnet hatte, aus dem Walde bis vors Haus. Aber sie hatten nicht den Mut einzutreten. Sie legten die Ohren an die Türe und horchten. Da drin ging's hoch her. Der Gutsherr hatte mittlerweile zehn blanke Taler geschickt, die Mutter hatte Brot, Fleisch und Würste geholt, zehnmal soviel, als sie brauchten, denn sie waren sehr hungrig, und die Augen gehen immer weiter als der Magen. Als sie sich voll und satt gegessen hatten, daß sie nicht weiter konnten, rief die Mutter: »Ach, meine armen Kinder! Wo sind jetzt meine armen Kinder? Gewiß hat sie schon der Wolf gefressen, dieweil sie selbst so gut essen könnten, wenn sie hier wären! Wo sind meine armen Kinder?« Sie rief das so oft, daß der Alte ungeduldig wurde und ihr zu schweigen befahl, weil ihn das Gewissen zu plagen anfing. Um dieses und die Frau, die sich nichts befehlen ließ, zum Schweigen zu bringen, hob er endlich die Hand auf, um sie zu prügeln. Sie aber rief immer: »Wo sind jetzt meine armen Kinder?« Als sie es so ungefähr zum zwanzigsten Male rief, sprang die Türe auf, und die Kinder schrien alle zusammen: »Hier sind wir! Hier sind wir!« Das war aber eine Freude, daß es gar nicht zu sagen ist, um so mehr, als die Kinder schnell ihre Schüsselchen holten und die Mutter ebenso schnell aus dem Kessel schöpfte und die Schüsselchen füllte. Die Kinder aßen und erzählten und erzählten und aßen, und letzteres so gut, daß nur vom Zusehen der Vater neuen Appetit bekam und die Mutter zum zweiten Male satt wurde. Die Freude dauerte noch die nächsten Tage hindurch, gerade so lange, wie die zehn Taler dauerten. Als diese dahin waren, kehrte das alte Elend zurück, und Vater und Mutter beschlossen, die Kinder wieder in den Wald zu führen, und zwar viel weiter als das erste Mal, um ihrer Sache sicher zu sein. Der kleine Däumling, der auf seiner Hut war und die Alten beobachtete, hatte auch diesmal ihr Gespräch belauscht. Gut, dachte er, jetzt weiß ich, wie man's macht. Aber er hatte die Rechnung ohne den Wirt gemacht, denn als er gegen Morgen hinausschleichen wollte an den Bach, um wieder Steinchen zu sammeln, war die Türe geschlossen, und er konnte nicht hinaus. Gott verläßt die Seinen nicht, dachte er, es wird sich schon was finden. Als sie dann in den Wald zogen und die Mutter jedem noch ein Stück Brot in die Tasche steckte, dachte er: Siehst du wohl, da hast du das Brot. Waren es früher die Kieselsteine, so sind es jetzt die Brosämlein. Freilich würde ich sie lieber verschlucken, aber was ist zu machen? Man muß sich strecken nach der Decken. Diesmal ging's viel, viel tiefer in den Wald, an eine Stelle, wo es dicht und dunkel war, ganz, ganz dicht, ganz, ganz dunkel. Die Alten machten sich wieder eine Ausrede, krochen ins Gebüsch, und fort waren sie. Da ging wieder das Gewein und Geschrei los, und dabei sahen alle den kleinen Däumling an. Er war ruhig, legte die Hände auf den Rücken und sagte nur: »Vorwärts!« wie einer, der seiner Sache ganz sicher ist. Aber Hochmut kommt vor dem Fall. Die Brosamen, so er auf den Weg gestreut, hatten die Vögel aufgepickt. Keine Spur war mehr da, und nun war guter Rat teuer. Dennoch gingen sie darauf los, aber je weiter sie gingen, desto mehr verirrten sie sich, und desto tiefer kamen sie in dichten, tiefen, düstern Wald. Es regnete, und der Wind heulte, und sie glaubten, es wären die Wölfe, die so heulten, und hatten große Angst – besonders als es Nacht wurde, stockdunkle, pechrabenschwarze, mutterseelenalleinige Nacht. Sie wußten nicht, wo aus, wo ein. Der kleine Däumling – immer der kleine Däumling voran, denn sein Grundsatz war: Selbst ist der Mann! – kletterte einen hohen, dicken Baum hinan, der alle andern Bäume des Waldes überragte, und blickte nach allen Seiten aus. Nach drei Seiten sah er gar nichts, aber von der vierten Seite her kam ihm aus der Tiefe, durch Gebüsch, aber noch aus weiter Ferne, ein Lichtschimmer entgegen. Gut, dachte er, durch Nacht zum Licht! und ließ sich wieder vom Baume heruntergleiten zu den Brüdern, die alle unten standen und hinaufsahen. Aber unten angekommen, war's wieder nichts, denn das Licht war verschwunden. Doch hatte er sich die Richtung gemerkt und wanderte nach jener Seite – bergauf, bergab. Das Licht tauchte auf und verschwand wie ein Irrlicht. Sich nur nicht irremachen lassen! dachte der Däumling, und die andern stelzten hinter ihm her. So gelangten sie endlich an das Haus, aus dem das Lichtlein gekommen war, und riefen und pochten. Eine gute Frau kam heraus und fragte, wer sie seien und was sie wollten? »Hungrige, durchnäßte, müde, im Walde verirrte arme Kinder sind wir«, antwortete der Däumling, »und möchten um Gottes willen um ein Stück Brot und ein Nachtlager gebeten haben, ohne jemand genieren zu wollen.« »Ach ihr armen, guten Kindlein«, rief die Frau und fing zu weinen an, »wißt ihr denn auch, wohin ihr geraten seid? In diesem Hause wohnt ein Riese, der die Kinder frißt.« Da fingen sie alle an vor Angst zu zittern, auch der Däumling, doch sagte er: »Es ist gewiß nicht schön, Kinder zu fressen, noch weniger schön ist es, gefressen zu werden, und zwar als Kind. Aber was ist zu tun? Draußen ist's finster und sind die Wölfe, so gehen wir doch lieber ins Haus. Vielleicht gelingt es dir, gute Frau, das Herz deines Gatten zu rühren, vielleicht hat er eben keinen Appetit. Auch sind wir so mager, und ich bin so klein. Man muß es wagen und sehen, wie es weitergeht. Gewöhnlich werden doch nur die gefressen, die sich fressen lassen.« Die gute Frau ließ sich überreden, hoffend, die Kleinen während der einen Nacht vor dem Riesen verbergen zu können. Sie führte sie in die Stube und setzte sie ans Feuer, wo ein ganzer Hammel am Spieße stak, daß sie sich wärmen und trocknen sollten. Aber kaum hatten sie sich's ein wenig gemütlich gemacht, als sich draußen schwere Schritte und an der Türe ein furchtbares Gepolter hören ließen. »Da kommt der Riese, mein Mann!« rief die Frau erschrocken und schob rasch die Kinder unters Bett. Der Riese fragte sogleich, ob das Nachtessen fertig, ob genug Wein abgezapft sei, und lauter solche Fragen. Er setzte sich an den Tisch und verzehrte den Hammel, der noch ganz blutig war. Der kleine Däumling, der ihn von unter dem Bette aus beobachtete, dachte: Nun, der kann essen! Für den ist ein Mann wie ich nur ein Bissen. Aber wenn er mich frißt, so soll er mich wenigstens nicht verdauen. Als der Riese mit Essen fertig war, erhob er die Nase und fing an, nach allen Seiten herumzuschnüffeln. »Ich rieche, rieche Menschenfleisch«, sagte er unheimlich. »Es wird wohl nur das Kalb sein«, sagte seine Frau, »das Kalb, das ich für dich abgezogen habe.« »Schweig«, rief der Riese zornig, »darauf verstehe ich mich! Ich rieche, rieche Menschenfleisch!« – Und so sprechend, ging er, immer schnüffelnd, geradenwegs seiner Nase folgend, auf das Bett los. »Ach, treuloses Weib«, schrie er sichtlich entrüstet, »du hast Geheimnisse vor mir, du willst mich täuschen, du rücksichtsloses, pflichtvergessenes Weib! Nichts, als deine Magerkeit hält mich ab, sonst fräße ich dich selber!« Sein Gesicht klärte sich wieder auf, wie er einen Knaben nach dem andern unter dem Bette an den Beinen hervorzog. »Herrliche Bissen! Prächtiges Wildbret!« murmelte er und leckte sich dabei die Lippen ab – «das trifft sich gut, da ich gerade drei Riesen, meine Freunde, dieser Tage zu Tische habe.« Die armen Kinder schrien, umklammerten seine Knie und Füße und baten um ihr Leben, während das Ungeheuer sie betastete, die guten Bissen lobte und nur von der Sauce sprach, in der sie genossen werden müßten. Es war gerade einer der furchtbarsten Menschenfresser. Er zog sein großes Messer, schliff es und packte dann einen der Knaben, als seine Frau sagte: »Aber warum willst du sie heute schon schlachten? Ist nicht morgen Zeit?« »Was du heute tun kannst, verschiebe nicht auf morgen!« antwortete der Riese. »Aber es ist noch so viel Fleisch da, kälbernes, schweinernes, schöpsernes, das geht ja alles verdorben.« »Das ist richtig. Also füttere sie gut, daß sie mir nicht abmagern, und bringe sie dann zu Bette.« Zeit gewonnen, alles gewonnen! dachte der Däumling und ließ sich's schmecken, dann folgte er mit den Brüdern der guten Frau in die obere Stube, wo sie sich alle sieben in ein großes, breites Bett legten. In derselben Stube, in einem gleich großen, breiten Bette schliefen die sieben Töchter des Riesen, junge, ebenfalls zum Menschenfleischessen geborene Riesinnen. Sie sahen sehr wohlgenährt, hübsch und frisch aus, wie alle, die von andern leben. Ihre Vorderzähne waren sehr lang und gingen breit auseinander, was ihre Bestimmung und Nahrungsweise verriet. Noch waren sie nicht sehr bösartig, aber sie berechtigten zu den schönsten Hoffnungen, denn wo sie ein Kind erwischen konnten, bissen sie drein. Auf ihren Köpfen trugen die sieben Mädchen sieben Kronen. Das bemerkte der kleine Däumling sogleich, und kaum hatte die gute Frau die Stube verlassen, als er ihnen die Kronen abnahm und ihnen dafür sieben Mützen, seine eigene und die seiner Brüder, aufsetzte. Sie merkten nichts davon, da sie einen riesig tiefen Schlaf hatten. Sich und den Brüdern aber, welche ebenfalls bereits schliefen, setzte er die sieben Kronen auf. Man kann nicht wissen, wozu das gut ist, dachte er. In seiner Herzensfreude über den guten Fang hatte der Kinderfresser etwas zu tief ins Glas gesehen, und als er sich endlich ins Bett gelegt, ließ ihn der Gedanke an die guten Braten nicht schlafen. Er warf sich unruhig hin und her und konnte kein Auge schließen. Ich würde wohl besser schlafen, wenn ich die Sache vom Herzen hätte, dachte er. Das Gute und Nützliche soll man nicht aufschieben. Er erhob sich leise, nahm das Messer und schlich sich, um seine Frau, deren Widerspruch er fürchtete, nicht zu wecken, im Dunkeln davon. Er tappte die Treppe hinauf in das Kinderzimmer und an das Bett der Knaben. Weiter tappend, fühlte er die Kronen. »Teufel«, sagte er, »da hätte ich was Rechtes angerichtet, hätte beinahe meine eigenen Kinder abgeschlachtet anstatt der fremden Buben.« Siehst du wohl, dachte der kleine Däumling, der noch wachte. Der Riese tappte sich weiter an das andere Bett, und als er da die Bubenmützen fühlte, sagte er: »Aha, jetzt bin ich an den Kerlchen! Drauflos!« Und so sprechend, schnitt er den sieben Kinderfresserinnen der Zukunft ihre sämtlichen Kehlen ab, und beruhigt ging er in sein Bett zurück und schnarchte bald so gewaltig, daß die Wände zitterten. »Schlaf wohl!« sagte der Däumling, wie er ihn schnarchen hörte, weckte seine Brüder, lispelte ihnen leise zu, sich in aller Stille anzukleiden und ihm zu folgen. Sie schlichen die Treppe hinab in den Hof, der Däumling immer voraus, sprangen über die Mauer, und fort ging's in den Wald hinein, aufs Geratewohl. Überall besser, selbst im wildesten Wald, als bei bösen Menschen. Als der Riese spät am Morgen erwachte, sagte er schmunzelnd zu seiner Gattin: »Geh mal 'nauf und putz mir die sieben Buben recht schön heraus.« Sie tat, wie er sagte. Aber als sie in die Stube trat und die sieben Mädchen mit abgeschnittenen Kehlen daliegen sah, stieß sie einen gewaltigen Schreckens- und Schmerzensschrei aus und fiel in Ohnmacht. Auf den Schrei und Fall eilte der Riese herbei, sah die Bescherung und fluchte heidenmäßig. »Meine Siebenmeilenstiefel! Meine Siebenmeilenstiefel!« schrie er und schrie es noch immer, als er sie schon in der Hand hatte und auf die Beine zog. »Die Spitzbuben sollen mir nicht entgehen und den Streich büßen!« – Die Siebenmeilenstiefel waren eine der schönsten Erfindungen der alten Zeit, nur befanden sie sich leider nicht immer in den besten Händen. Wer sie an den Füßen hatte, legte mit jedem Schritt sieben Meilen zurück, also mit zehn Schritten nicht weniger als siebzig Meilen. Da ist die Eisenbahn nichts dagegen, obwohl wir uns so viel darauf einbilden. Mit diesen Siebenmeilenstiefeln stieg der Riese über Berg und Tal, hin und her, die Kreuz und Quer, immer nach den Knaben suchend. Diese waren schon in der Nähe ihrer Heimat, als sie den fürchterlichen Mann daherstiefeln sahen, über hohe Berge und breite Ströme und unendliche Wälder dahinschreitend, als wäre es nichts. Ach, da wurde ihnen ganz weh zumute. Sie befanden sich gerade an einem Felsen mit einer Höhle. Da schob sie Däumling alle hinein und sich auch, nur daß er das kleine Köpfchen herausstreckte, um zu beobachten, was der Schreckliche anfangen oder ob er sich aus der Gegend verziehen werde. Der Riese, der in seiner Wut arg hin und her gelaufen war, fühlte sich etwas müde, legte sich auf den Felsen, entschlief und schnarchte bald so fürchterlich wie in der letzten Nacht. Däumling, der dieses Geschnarch schon kannte, sagte zu seinen Brüdern: »Jetzt ist nichts zu fürchten; macht euch auf die Strümpfe, laufet nach Hause, grüßet mir Vater und Mutter und seid meinetwegen nicht besorgt. Ich werde mit so einem Kerlchen wie dem Riesen schon fertig. Selbst ist der Mann!« Die Buben liefen, was sie konnten, und waren bald zu Hause. Däumling aber zog dem Riesen sachte, sachte die Siebenmeilenstiefel von den Füßen und zog sie selber an. Sie saßen ihm wie angegossen, denn sie hatten die Eigenschaft, sich nach Bedürfnis auszudehnen oder zusammenzuziehen, und paßten auf den Fuß jedes jeweiligen Besitzers. »So«, sagte der Däumling, »die hätten wir denn. Jetzt wollen wir sehen, wie weit wir es mit Siebenmeilenstiefeln bringen. Ein Esel, wer an der Krippe steht und nicht frißt, wer die Mittel zum Glück hat und nicht sein Glück macht.« So sprechend, war er bereits auf dem Wege zu dem Hause des Riesen, und er hatte noch nicht ausgesprochen, so stand er schon vor dessen Tür. »Euer Mann, gute Frau«, sagte er zu dem Weib des Menschenfressers, »ist mehreren noch stärkeren Riesen in die Hände gefallen, die ihm den Hals abschneiden wollen, wenn er nicht seine ganze Barschaft ausliefert. Im Augenblick der Gefahr sah er mich vorbeikommen, und als alten Bekannten bat er mich, die Bestellung an Euch auszurichten. Und weil es Eile hat, und zugleich, um mich bei Euch zu beglaubigen, gab er mir die Siebenmeilenstiefel, die Ihr da an meinen Füßen seht und die mir prächtig sitzen, saget selbst, wie angegossen. Also nicht lange gefadelt und heraus mit allem Baren!« Die gute Frau besann sich nicht lange und gab alles her, und mit den Schätzen beladen, eilte der Däumling heim zu Vater, Mutter und Brüdern, und das war wieder einmal eine Freude des Wiedersehens, daß es nicht zu sagen ist. Mit den Schätzen des Riesen konnten nun die armen Leute trotz aller Hungersnot herrlich und in Freuden leben, und das taten sie auch gewissenhaft und luden alle armen Leute und Nachbarn dazu ein. Aber Däumling sagte: »Ich bin keine Schnecke, die immer das Haus auf dem Buckel hat, und wenn man Siebenmeilenstiefel hat, muß man seinen Weg machen. Das ist nur recht und billig. Ich gehe zum König und werde Kurier!« Der König war über die Maßen froh, einen solchen Kurier zu haben, der ihm täglich einigemal Nachricht von seiner Armee, die fern im Felde stand, bringen konnte, denn schon damals waren die Leute so dumm, Kriege zu führen. Es war für den König sehr bequem, seine Soldaten von seiner Stube aus kommandieren zu können, vor den Kugeln sicher, nichts von Regen und Kälte und Ermüdung zu leiden und doch ein großer Feldherr zu sein. Dafür war er dem Däumling sehr dankbar und bezahlte ihm jeden Weg aufs beste. Als endlich der Friede geschlossen und der König vor die Stadt geritten war, um einen feierlichen Einzug in die Stadt zu halten, ernannte er den Däumling zum Gesandten. So war der kleine Däumling ein großer Herr geworden, und in seinem Wappen standen in goldenen gotischen Lettern die Worte: Selbst ist der Mann!

 
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Nome:   MARLENE MORAIS
Comentário:  Adorei! Que criatividade! LINDOoooooooooo!!!!!!



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