OS TRES LEÕEZINHOS
Era uma vez, numa determinada floresta, uma leoa-mãe havia dado à luz 3 leõezinhos bem bonitinhos: O Rax, o Rix e o Rex. Um dia o macaco, representante eleito dos animais súditos, malandro e puxa-saco, fez uma reunião com toda a bicharada da floresta e...
 
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EROS / CUPIDO (Amor)
Cupido representa a força poderosa do amor e da paixao que faz com que um ser humano seja atraído amorosa e sexualmente por um outro ser humano.
 
Cenário
Local: Monte Olimpo, morada dos deuses.
Júpiter e Dione têm uma filha de nome Vênus (r) Afrodite (g)
Vênus (deusa da beleza) e Marte têm um filho, de nome Cupido
Júpiter, pai de Vênus, e chefe dos deuses obriga Vênus a desfazer-se de Cupido. Cupido, filho de Vênus e Marte (da guerra), é muito lindo,  natural que o amor fosse filho da beleza. Lá do alto do Monte Olimpo, a deusa Vênus olha para a Terra e vê a Princesa Psiquê, espelho da alma humana. Ela é muito bonita. E tem ciúmes dela. Psiquê era a mais nova de três filhas de um rei e de uma rainha aqui da Terra.
 
Cupido, ou Amor, é representado por um efebo  alado, com arco e um carcás com setas do amor ou paixão. Mas o Amor não envelhecia, ficava sempre novo. Se renovava a cada dia e gostava de brincar com uma setinhas embebida no néctar do amor, atirando-as contra os homens e mulheres.
 
Vênus mandou carta a Psiquê por intermédio de Mercurio (deus mensageiro), carta essa que profetizava que Vênus iria se casar com alguém muito feio. Vênus enviou seu filho Cupido à terra para que este ferisse Psique e que esta se casasse com alguém muito feio. Na brincadeira do Amor, aquela brincadeirinha que precede o colóquio amoroso, Cupido se fere com sua própria seta e se apaixona perdidamente por Psiquê.
Então Cupido falou com Zéfiro, o vento  benfazejo, frutificante e mensageiro da Primavera (deusa dos ares, do mundo da lua) e pediu que levasse Psiquê a um palácio nas nuvens, para que os dois vivessem juntos para sempre.
Mas as irmãs de Psiquê (a Inveja e a Mentira), ciumentas, diziam ser Cupido um monstro horrivel, era uma cobra de corpo e pele macios, e que iria devorá-la.  Psiquê inocente, acredita.
À noite sempre faziam amor, mas Psiquê não podia ver o noivo, pois se o visse a felicidade se desfaria. Mas Psiquê, como toda mulher, era muito curiosa.
Depois de fazerem Amor, Cupido adormeceu e Psiquê acendeu lamparina para tentar ver como era o Amor  e, inadvertidamente uma gota de azeite quente queimou Cupido.
O encanto acabou e tudo se desfez como num passe de mágica. Psiquê em vão procurou Cupido por toda a Terra. Só o encontrou novamente no Céu.
 
 
 
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