OS TRES LEÕEZINHOS
Era uma vez, numa determinada floresta, uma leoa-mãe havia dado à luz 3 leõezinhos bem bonitinhos: O Rax, o Rix e o Rex. Um dia o macaco, representante eleito dos animais súditos, malandro e puxa-saco, fez uma reunião com toda a bicharada da floresta e...
 
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AS EVIDÊNCIAS E A CIÊNCIA TECNOLOGICA NO-LO COMPROVAM:
O SUDÁRIO DE TURIM É UMA FALSIFICAÇÃO !


  

    No dia 21 de abril de 1988, o Arcebispo de Turim, Cardeal Anastácio Ballestrero, com o auxílio do microbiólogo italiano Giovanni Riggi, cortou uma pequena amostra de 10x70 mm do tecido do Sudário, bem distante da figura central e de qualquer área queimada ou remendada. O que é 'sudário'? A palavra provém do latim sudarium, e na sua origem era alusiva tanto ao lenço que se usava para enxugar o suor do rosto quanto o pano com que se cobria o rosto dos mortos. Posteriormente, passou a designar o lençol que na Antiguidade era comumente usado para envolver cadáveres ou mortalha.

    Como é o Santo Sudário? O 'Sudário de Turim' ou 'Santo Sudário' é um manto retangular de 4,36 metros de comprimento por 1,10 metros de largura. O tecido, firme e forte, é feito de puro linho e apresenta cor amarelada. A espessura do tecido é de cerca de 34/100 de milímetros; é macio e fácil de dobrar. O peso avaliado, aproximadamente, é de 2,450 Kg. O linho usado na tecedura do Sudário foi fiado à mão. Cada fio do tecido composto de 70-120 fibras tem um diâmetro variado e torcedura em 'Z' no sentido horário. No ano de 1532 ocorreu um grande incêndio na Capela do Castelo de Chambéry, onde o Sudário estava guardado, dobrado e encerrado numa caixa de prata. Com o calor do fogo, a prata derreteu e gotejou sobre o Sudário, causando queimaduras por todo o lençol, que estava dobrado duas vezes no sentido da largura e quatro vezes no sentido do comprimento, formando 48 sobreposições. Quando foi desdobrado, viu-se que estava danificado de modo simétrico.
Partiu-a em três pequenas amostras e as distribuiu para representantes de três centros de estudos - Zurich, Oxford e Arizona - a fim de que fossem submetidas à análise da idade, por meio do teste do carbono 14. O carbono existe em todas substâncias orgânicas e começa a decrescer em quantidade após a morte delas, sendo assim possível estabelecer a idade aproximada do objeto analisado.
No mês de outubro daquele ano a equipe de Oxford, em conferência no British Museum, declarou que a análise do carbono 14 indicava que o tecido era de origem medieval, tendo sido produzido entre os anos 1260 e 1390!  O teste foi aplicado aos três pedaços por equipes independentes: Universidade de Oxford, Inglaterra; duas equipes da Universidade de Tucson, Arizona (EUA) e Instituto de Tecnologia de Zurique, Suíça. O Museu Britânico de Londres supervisionou, analisou os três pareceres e elaborou o relatório final e definitivo, que enfim como até então acreditava tanta gente dentro e fora da igreja, mas apenas uma reprodução medieval, uma obra de arte de um período em que as relíquias religiosas estavam em moda, eram falsificadas às centenas e comercializadas indiscriminadamente. Mas poderá algum teste vir a encerrar a disputa sobre a história do sudário? A maioria dos pesquisadores estão ávidos para testar hipóteses que focalizam apenas um aspecto restrito do sudário. Um promove a evidência dos grãos de pólen, outro questiona a datação por carbono 14, um terceiro procura provas na tecelagem do lençol. Joe Nickell, membro Pesquisador Sênior do Comitê para Investigação Científica de Alegações do Paranormal (CSICOP) ressalta que mesmo os testes definitivos são vulneráveis em disputas partidárias.

  Os cientistas insistem em que a datação por carbono 14, de 1988 - realizada em três laboratórios independentes - demonstra de uma vez por todas que o sudário é uma falsificação do século XIV. Contudo, os que anseiam apoiar as alegações para a autenticidade do sudário têm sugerido que bactérias ou queimaduras do incêndio de 1532 podem ter contaminado a amostra.

  Nickell acredita que examinando a hegemonia da evidência e demonstrando como cada peça se encaixa na outra conduzem à hipótese mais sólida. Ele empregou este método na sua pesquisa e está convencido de que o sudário é na verdade uma falsificação mevieval. Nickell é autor do livro "Inquest on the Shroud of Turin" (Investigação do Sudário de Turim) lançado em 1998 pela editora Prometeus - um estudo que se apóia na evidência dos próprios documentos da Igreja Católica e no relato do Evangelho de São João, bem como na "forte" evidência científica fornecida por análises químicas, microscópicas e de carbono 14. Para Nickell, as constatações obtidas a partir de documentos e perícias técnicas corroboram umas às outras e apontam para uma resposta. "A hegemonia da evidência", diz Nickell, "leva à conclusão de que o sudário é o trabalho de um artesão medieval."

    As referências ao Sudário de Turim começam abruptamente no século XIV D.C. O documento mais antigo é o relato de um bispo ao Papa Clemente VII, datado de 1389. O comunicado afirma que o sudário foi criado como parte de um estratagema de cura pela fé, "sendo a verdade atestada pelo artista que o pintou." Amostras daquilo que era tido como sangue falharam ao serem submetidas a uma bateria de testes em 1973. Ao final da década de 70, o microanalista forense Walter McCrone, um especialista no exame da autenticidade de documentos e pinturas, identificou o "sangue" do sudário como sendo ocre vermelho e tinta à base de têmpera de vermelhão e concluiu que a imagem inteira foi pintada.

   Em 1988 a datação do sudário por carbono 14 - conduzida por laboratórios em Zurique, Oxford e Universidade do Arizona - produziram resultados muito próximos, atribuindo-lhe uma data entre 1260 e 1390 D.C. Esta faixa de idade coincide com a confissão do falsificador no relatório enviado ao Papa Clemente. Alegações de que a datação pelo carbono estava errada ignoram o fato de que o sudário teria que estar contaminado com o dobro do seu próprio peso em material contaminado para deslocar a idade do sudário até o primeiro século D.C.

    Finalmente, o Sudário de Turim contradiz o relato do sepultamento de Jesus no Evangelho de São João. No Novo Testamento Grego, contam que Jesus foi envolto em faixas de linho (othonia em Grego), e não em um lençol inteiriço de linho (João 19:40 e 20:6-7). João também diz que o corpo de Jesus foi sepultado numa grande quantidade de aloés e mirra: nenhum traço de quaisquer dessas duas especiarias foi achado no sudário.

   "Os defensores do sudário tipicamente começam com a conclusão desejada e trabalham retroativamente até à evidência; a ciência começa com a evidência e prossegue em frente até à conclusão," diz Nickell. Juntos, os fatos corroboram uns aos outros rejeitando a alegação de que o sudário data do tempo de Jesus.

     No dia 12 de agosto de 2000, em Turim, Itália, o Sudário de Turim foi exposto ao público por um raro período de dois meses. O arcebisto Severino Poletto assegurou aos repórteres que "a Igreja não tem medo da ciência". Ele e outros guardiões do sudário dizem estar abertos ao reexame científico do sudário.

 
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